- Caminhava lentamente pelo passeio. É o modo mais seguro, não gosto de arriscar. Ia avançando, passo a passo, com cautela. De repente,tropecei nos meus próprios atacadores e no segundo seguinte já sentia um ardor no meu joelho causado pela queda. Doía muito, mas não o suficiente para derramar uma única lágrima. Olhei para um lado e para o outro e não havia ninguém para me socorrer. Não entendia o que se estava a passar. Parecia que tudo tinha desaparecido, que estavacompletamente sozinha. Sentei-me num banco, desolada com o cenário que me rodeava. Senti os meus olhos inchados, prestes a libertarem a sua dor.
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